Por falar em TPM

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Vamos falar um pouco sobre ela​, a TPM.

Tensão pré-menstrual (TPM) é um conjunto de sintomas e sinais que podem ser de leves a graves. Afetam a mulher biologicamente, psicologicamente e sua vida social. Ocorre durante o período reprodutivo feminino, e geralmente inicia duas ou uma semana antes do fluxo menstrual e termina durante o mesmo.
Essa síndrome pode afetar as relações como um todo, o desempenho profissional e atividades do dia-a-dia.
Podem-se adotar algumas atitudes para minimizar os efeitos, como: Buscar auto-observação e autoconhecimento, mudança no estilo de vida, controlar o estresse, ter uma alimentação saudável, praticar atividade física regularmente, e algumas atividades alternativas que lhe façam bem.
Em geral o ideal é procurar o ginecologista, contudo para alguns sintomas o psicólogo ajudará e muito. O que não pode é ficar sofrendo todo mês. Até porque a redução ou cura dos sintomas, melhora a qualidade de vida.
Quer mais orientações? Entre em contato com nossos psicólogos através do botão abaixo.

Está difícil tomar uma decisão?

A insegurança por muitas vezes pode fazer com que a pessoa paralise, e sinta dificuldade de decidir e assumir o que quer pra si. Acredita que está sendo julgada e criticada negativamente a todo tempo.
Para ilustrar melhor, podemos dividir em:
Fatores internos que é o medo de enfrentamento em relação a determinadas situações, baixa autoestima, não se considerar merecedor de ser feliz ou alcançar seus objetivos/sonhos, além de algumas crenças/valores que limitam seu olhar sobre si mesmo e a vida. Do mesmo modo se autossabotar, ou seja, criar situações que bloqueiam a si mesmo de ser feliz.
E… fatores externos esses estão relacionados à criação, os conceitos e crenças que lhe foram transmitidos verbalmente ou não, e por atitudes; na sociedade moderna, há muita competição, exigências que as pessoas sejam perfeitas em todas as áreas da sua vida, como se isso fosse possível, fazendo com o que as pessoas se cobrem além de suas capacidades.
Quem foi inseguro na infância pode se tornar seguro ao longo do desenvolvimento, chegando na idade adulta, através do autoconhecimento e buscar melhorar características em si que a levam a se sentir assim, valorizar-se mais e acreditar mais em si, em seu potencial. O contrário também é verdadeiro, talvez tenha acontecido por uma sucessão de acontecimentos negativos que a levaram a se sentir mais inseguro, contudo, quando se era seguro na infância é mais difícil disso vir a acontecer ou logo a pessoa nota a diferença em seu comportamento.
Alguns sentimentos se vinculam… uma pessoa insegura apresenta baixa autoestima, por não acreditar em si mesmo, acreditar que não é merecedora do que é bom, não se autovalorizar e acreditar que as pessoas não a olham com bons olhos. Outro aspecto é não confiar em si mesmo e nos outros. Além disso, é ou se torna perfeccionista e/ou controladora por querer manter tudo sob controle e passando a ter a sensação de que assim sente-se mais segura.

 Orientações para quem se identificou:

• Buscar o autoconhecimento;
• Observar quais os sentimentos e pensamentos que o levam a se sentir inseguro;
• Ao descobrir tente lembrar quando foi a primeira vez que se sentiu assim;
• Pode ser que você perceba que a situação que levou você a sentir assim, podia ter sido olhada ou sentida de modo mais positivo. Se não fez, olhe diferente agora;
• Lidar consigo mesmo não de maneira negativa, quando cometer um erro ou perceber que tem algumas atitudes negativas;
• Olhe para os acontecimentos e atitudes do modo mais real possível;
• Observe as atitudes negativas e busque formas de modifica-las, e não se menospreze e se rebaixe;
• Valorize suas qualidades e suas habilidades (você possui várias, acredite!);
• Acredite em seu potencial;
• Procure um psicólogo para ajuda-lo, caso não consiga sozinho (a).

Será que é o momento certo?

Estou pensando em iniciar um tratamento psicológico. Será que é o momento certo?

Se essa vontade e desejo despertou em você já é um bom começo e indicativo de que você pode ir em frente e marcar uma entrevista para conhecer mais sobre a psicoterapia e o psicólogo escolhido. Outro ponto importante a ser observado é se está acontecendo em algum aspecto da sua vida que tem prejudicado suas atividades diárias desde uma preocupação excessiva com algo até algo que esteja incapacitando alguma atividade. Marque uma consulta conosco.

Compulsão por compras?

Por Samantha Feehily (jornalista).​

A psicóloga Regiane Machado, explica como a “terapia das compras” pode se transformar em uma doença de compulsão (mania de comprar).

Não podemos deixar de levar em conta a sociedade consumista que estamos inseridos. E por conta disso se têm algumas facilidades, sendo estas: acesso a crediários, cartões de crédito, talões de cheques e financiamentos, comprar se torna uma tentação. Contudo, o problema é que o acesso fácil tem dado margem para transformar o consumo em uma espécie de “terapia” que, além de não solucionar as tristezas, ainda dá origem a culpas e até mesmo a dívidas. Todo mundo é vulnerável aos momentos de impulso. O problema é que algumas pessoas têm essa vulnerabilidade como característica e precisam consumir cada vez mais para preencher desconfortos emocionais de modo imediato.
Cuidado com as desculpas!
Quando as desculpas são pontuais, do tipo “levei o fora do namorado e mereço me dar de presente um vestido bem sexy”, não há grandes danos, a não ser que a pessoa não consiga pagar o que comprou; mesmo assim, a dívida é pequena e fácil de ser resolvida. O risco está em transformar tais compensações em hábito ou nem perceber que se está comprando por alguma compensação.
O consumo compulsivo é um transtorno do impulso e precisa de tratamento adequado. O portador, em geral, é alguém com grande dificuldade para administrar a vida doméstica – paga as contas em atraso, esquece de repor itens básicos, não consegue organizar as próprias coisas, etc. “A segunda característica é a sensação de urgência em comprar. É como se a pessoa pensasse: não compro porque quero ou porque escolho, compro porque preciso, é mais forte do que eu”. Para o consumidor compulsivo, vale comprar qualquer coisa: de miudezas a itens de grife. E uma outra característica importante, é se sentir arrependido, e também querer esconder este comportamento, escondendo até as próprias compras.
Uma dica para começar a ajudar… escolha fazer compras à vista, para que você consiga notar de forma mais real o custo versus benefício da compra.​

Síndrome do Ninho Vazio

E agora, meus filhos casaram ou saíram de casa para morar fora…o que eu faço? Ficou um vazio…Esse e outros motivos que levaram o filho (a) sair de casa e buscar novas experiências para a vida. Pode fazer com que os pais sintam uma sensação de vazio e falta de sentido, que é entendida, até certo ponto, como normal.

Vamos conhecer um pouco mais sobre esse momento da vida… Conhecido por – Síndrome do Ninho Vazio – que se caracteriza com a saída do filho de casa e o sofrimento associado a perda do papel que os pais desempenhavam em relação aos filhos. Incluindo a rotina e configuração que a família tinha com a presença do filho.
Afeta em geral mais as mães. E têm tempo determinado de duração que vai desde a saída do filho até uma nova adaptação ou reestrutução da vida familiar.
Elas podem apresentar sentimentos ambíguos. Porque, as mães sentem-se satisfeitas por verem seus filhos bem criados e capazes de construir uma vida independente e até construírem uma nova família. Contudo, há o sentimento de perda, a sensação de vazio. As mães desempenhavam o papel de mãe, cuidadora, protetora, em tempo maior e, o faziam a longa data. E agora este papel terá que passar por modificações, reconstrução com o filho (a) fora de casa.
Existem vários níveis dessa síndrome… Cada pessoa reage de uma maneira, de acordo com sua realidade, características, disposição a mudanças e perceber novas possibilidades de vida. É importante lidar com a perda de forma real e verdadeira, ao invés de negá-la, para evitar a prolongamento do sofrimento.
Se ficar muito difícil de lidar com a situação, há tratamento. Procure ajuda de um psicólogo. Que irá ajudar a pessoa na elaboração do luto em relação a saída do filho de casa. E quais possibilidade e recursos a partir de então, existem para a reconstruir o papel familiar, o papel de mulher, vida social, esposa, mãe de filho adulto, entre outros pontos que serão trabalhados de acordo com cada pessoa.
Dicas para a mãe ou pai que se identificou: 
• Não negar o sentimento de perda (elaboração do luto/perda);
• Ter ou criar disposição para o novo, para mudanças;
• Cuidar de si mesmo;
• Perceber novas possibilidades e recursos para o novo formato que a vida apresenta;
• Cuidar mais da relação com o esposo (caso seja casada);
• A saída do filho de casa, não significa perda do amor que ele sente por você;
• Busca por atividades prazerosas novas ou aquelas que foram deixada de lado ao longo do tempo;
• E caso necessário, buscar ajuda de um psicólogo.

Depressão

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VAMOS DIFERENCIAR… tristeza profunda não é caracterizada por uma doença, e pode ocorrer motivada por algum acontecimento, como por exemplo, a morte de uma pessoa querida. E o tempo de duração é menor e a intensidade também. Nesse caso, também, a pessoa pode conseguir sair do quadro de tristeza profunda, com a ajuda de amigos, algumas outras técnicas alternativas, e/ou se sentir necessidade também é indicado procurar um profissional especializado. Já a depressão é uma doença, e a intensidade e o tempo de duração do quadro é mais duradouro e intenso.
Os mais característicos sintomas da Depressão são:
• rebaixamento do humor;
• desânimo, redução da energia, necessidade de maior esforço para fazer as atividades do dia-a-dia, falta de motivação;
• Apatia, dificuldade de reação diante de uma notícia boa ou ruim;
• alteração da capacidade de experimentar o prazer e de alegria;
• diminuição da capacidade de concentração;
• dificuldade de decidir algo;
• irritabilidade;
• angústia;
• ansiedade;
• sentimento de medo, insegurança, desespero, desesperança e desamparo;
• negativismo e pessimismo, ideias de culpabilidade, baixa autoestima e autoconfiança, sensação de falta de sentido na vida, inutilidade, fracasso, doença ou morte.
Algumas outras características observadas também importantes:
• a intensidade do sofrimento é intensa;
• problemas do sono e aumento ou diminuição do apetite;
• queixas de dores e outros sintomas físicos, como dores de barriga, má digestão, azia, diarreia, tensão na nuca e nos ombros, dor de cabeça ou no corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito, entre outros;
• diminuição do desempenho sexual (mesmo mantenho a atividade sexual, não sentirá prazer) e do desejo sexual;
• a pessoa pode desejar morrer, planejar uma forma de morrer ou tentar suicídio;
• aumento da sensibilidade (irritação ou choro fácil);
• sentimento de rejeição; condutas antissociais e destrutivas.
COMO AJUDAR? Familiares e amigos podem ajudar a identificar que uma pessoa do seu convívio está apresentando sinais de depressão. E a melhor maneira de identificar é através de observações, pois a pessoa começará apresentar alterações do seu comportamento, incluindo um ou outro dos sintomas e sinais descritos acima. Ao perceber este tipo de mudança, tomar cuidado para não desvalorizar os sinais que estão sendo manifestados e os sintomas que está sendo relatado. E é muito importante levar a pessoa para avaliação com um especialista, pois caso seja diagnosticado, o tratamento é fundamental.
IDOSOS X DEPRESSÃO… A depressão é uma das doenças que mais acomete os idosos.  E para prevenir a depressão nessa fase da vida, o ideal é praticar atividades que estimulem e preservem a mente e o corpo funcionando, através de atividades físicas e mentais, o envolvimento social (viagens, sair para dançar, conversar com amigos ou fazer novos amigos, por exemplo) e metas a serem cumpridas.
FIQUE ATENTO, CUIDE-SE E LEMBRE-SE, VOCÊ NÃO PRECISA ENFRENTAR TUDO SOZINHO.​

O que é Psicoterapia?

Na psicoterapia o atendimento é realizado por um psicólogo ou médico com formação específica, que incluem do conhecimento de técnicas, teorias cientificas e materiais (ex: testes). O processo psicoterápico se dá na construção do espaço e vínculo entre o profissional e o cliente (paciente). Esse processo abrange demandas emocionais, comportamentais e cognitivas.  Tendo como finalidade proporcionar reflexões sobre sua vida, busca de autoconhecimento, aprendizados sobre habilidades sociais, cognitivas e emocionais, como lidar com situações ou momentos difíceis que estão acontecendo agora ou há longa data (processo de luto, descoberta de uma doença grave e/ou crônica, e outros), e também psicopatologias em geral (depressão, depressão pós parto, ansiedade, síndrome do pânico, dependência química, TDAH, TOC, e outros).

Síndrome do pânico

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Síndrome do Pânico é um dos transtornos de ansiedade.  Se caracteriza pela ocorrência de ataques de ansiedade intenso (ataques de pânico) espontâneo, imprevisível e recorrentes. Duram por poucos minutos. Foi observado que a base dos ataques é focada em sensações que para quem as vivenciam se torna um perigo real, porém não diagnosticados em exames clínicos. Deixando o paciente em conflito, por ficar em dúvidas entre os sintomas reais e irreais. Isso ocorre porque, é ativado o sistema de alerta do organismo, desnecessariamente, sem que haja um perigo iminente. Por consequência, provocam uma total desordem, levando a fortes sensações de medo. E do mesmo modo, são sentidos sintomas físicos, que podem ser: batimento cardíaco muito rápido, tontura, suor excessivo, tremores, sensação de falta de ar, dor ou desconforto no tórax, calafrios ou ondas de calor e formigamentos.

O diagnóstico é feito através da identificação de algumas destas características especificas na pessoa, a quantidade de recorrências e a espontaneidade das crises.
Um dos motivos pode ser o hereditário, na determinação de quem está sujeito. Contudo, é mais frequente as pessoas desenvolverem a síndrome sem nenhum antecedente familiar. Outros fatores podem ser: uso de alguns medicamentos (anfetaminas – usados em dietas para emagrecer) ou drogas ilícitas. Também, existem algumas características de personalidade que favorecem mais a este desenvolvimento.
Tais características da personalidade que favorecem o desenvolvimento da síndrome, podem ser:  tendência a preocupação excessiva; necessidade de estar no controle da situação; altas expectativas; dificuldade em aceitar mudanças de opinião; reprimir sentimentos pessoais “negativos” (não demonstram esses sentimentos); julgam-se “perfeitamente” controladas emocionalmente; são extremamente produtivas; assumir grandes responsabilidades; perfeccionistas; exigentes consigo mesmas (consequentemente, com os outros também) e não aceitam bem os erros ou imprevistos.
Tratamento… É importante informar ao paciente claramente todos os passos do tratamento, que tem como objetivo aliviar e ajuda-lo a prevenir outras crises de pânico, além de sintomas e sinais.
Os tratamentos mais utilizados são os medicamentosos e psicoterapia. Os medicamentos indicados são antidepressivo e ansiolítico. Há casos, que não é necessário o uso de medicação.
O tratamento e seu resultado depende do quão no início foi diagnosticado, a idade que apareceram os primeiros sintomas, hereditariedade, disponibilidade da pessoa para o tratamento, histórico de vida e da doença, e aceitação do diagnóstico. Partindo destes princípios, o tratamento pode durar mais ou menos tempo.
A prevenção poderá ser, a princípio, a busca por autoconhecimento, autopercepção, e basicamente procurar não ser tão exigente consigo mesmo e com a vida.